Eleições e lançamento de candidaturas marcam sessão
As convenções partidárias e a nominata dos partidos para as eleições deste ano foram destaque na sessão desta terça-feira (7) da Câmara Municipal de Brusque. O Legislativo retornou do recesso do meio do ano e realizou a primeira reunião ordinária nos egundo semestre.
O presidente Celso Carlos Emydio da Silva (DEM) fez a leitura de um discurso em que destacou o papel da Câmara e lamentou as críticas que a casa recebe vez ou outra por conta de sua atuação.
Marcos Deichmann (Patriotas) anunciou que seu nome foi aprovado para concorrer a deputado estadual. Disse que haverá um grande número de nomes na cidade e região, o que dará condições à população de fazer as escolhas certas.
Jean Pirola (PP) disse que é preciso interpretar o que vem das ruas e que o PP procurou todos os partidos, com exceção de um, para que se formasse um bloco único com um nome de consenso para concorrer este ano. Frisou que nenhum pensou na representatividade ou na efetivação de um segundo ou terceiro nome eleito em nível de estado e um federal.
Sebastião Lima (PSDB) disse que nova política não implica em novas pessoas, mas na mudança de ideias e posturas. Confirmou que colocou seu nome para concorrer como opção a deputado federal.
Paulinho Sestrem (PRP) disse que a região de Brusque e boa parte do litoral, bem com do Vale do Itajaí, não tem um representante federal. Confirmou os nomes dele a federal e do também vereador Cleiton Luiz Bittelbrunn (PRP) para estadual.
Ivan Martins (PSD) também se manifestou acerca da importância da disputa deste ano e de se focar na busca por uma melhora na política em termos de representatividade.
Claudemir Duarte (PT) comunicou os nomes do partido para a corrida deste ano em níveis federal e estadual. Disse que escolher nome de cnsenso na região é algo difícil. Porém, pediu que se trabalhe para que a população vote em nomes locais.
Quem também falou de eleições foi André Rezini (PPS), que anunciou mais uma vez que os nomes do partido para a disputa estadual e federal. Criticou a classe empresarial, que, em sua visão, não se movimentou para unificar os políticos e lançar menos nomes.