Vereadores aprovam novo fundo da PM e para a Civil
Mais uma etapa do processo de regularização e, também oficialização de repasse de recursos para forças da segurança pública em Brusque foi finalizada nesta terça-feira (9). A Câmara Municipal aprovou dois projetos que selam convênios com o governo do estado para serviços no setor, o que vai permitir a manutenção de fundos de apoio à Polícia Militar e, agora também, à Polícia Civil.
A autorização legislativa era a etapa que faltava para que os convênios fosses formalizados. O da PM estabelece convênio para serviço de patrulhamento ostensivo, u seja, nas ruas, utilizando-se de carros e motocicletas. A denominação visa assegurar que não haja nenhum tipo de empecilho que venha a ser questionado juridicamente.
“Se hoje Brusque está no patamar de excelência, e podemos afirmar sem medo tanto no cenário estadual quanto no nacional, é porque temos um aporte financeiro por parte da sociedade brusquense. Isso nos proporciona meios materiais e condições muito mais adequados para podemos fazer um policiamento adequado, qualificar mais nossa segurança pública”, destacou o comandante d PM de Brusque, tenente-coronel Otávio Manoel Ferreira Filho.
A votação foi acompanhada de perto por vários polícias civis e militares, além dos comandantes de cada corporação. Como o delegado regional Fernando de Faveri, que comemorou a aprovação do auxílio também à Civil.
“Acredito que seja para nós da Polícia Civil um dia histórico, considerando que era um órgão não contemplado por esses fundos. Enquanto os demais renovam estes fundos, nós o temos instituído. É um fundo de extrema relevância para a Polícia Civil”, frisou ele.
A votação foi unânime dos vereadores. A maioria discursou lembrando o papel importante que tinham os fundos de reequipamento da Polícia Militar e o dos bombeiros, extintos a partir de ação provocada pelo Ministério Público no início do ano.
Novamente adiado
Na mesma sessão, a Câmara adiou mais uma vez a análise em plenário do projeto que altera o estatuto do servidor no que diz respeito ao reembolso de valores gastos com medicamentos.
Na semana passada, a proposta, que tem origem executiva, também havia sido adiada. O motivo de não ter ido à votação na sessão de hoje é que uma reunião entre membros do governo e representantes dos servidores está agendada para os próximos dias para discutir o assunto.