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′O Observatório só se manifesta se tiver informações concretas′

Redação 28/03/2017 as 07:49
′O Observatório só se manifesta se tiver informações concretas′
Foto: Valdomiro da Motta/Rádio Cidade
Texto Política

Vez ou outra surgem questionamentos sobre a atuação do Observatório Social de Brusque em relação a questões polêmicas envolvendo a admnistração pública. Casos com o envolvendo a nomeação do ex-chefe de gabinete do governo Jonas Paegle, Ciro Marcial Roza, retomada das obras da Beira Rio, entre outros.

Em entrevista ao programa Rádio Revista Cidade, da Rádio Cidade, o diretor do Observatório, Evandro Gevaerd, disse que o órgão tem por função fiscalizar a atuação do poder público, principalmente na aplicação dos recursos financeiros. Sobre qualquer assunto, o Observatório procura expor alguma posição diante de elementos concretos.

“O observatório não se manifesta se não tiver total informações concretas e de segurança. Por isso muitas vezes não se manifesta”, frisou ele.

Em 2017, o Observatório Social de Brusque completa seis anos de existência.  De acordo com a direção do órgão, o custo mensal de manutenção gira na casa de R$ 8 mil. Dinheiro que é custeado por entidades empresariais e, agora, com apoio de alguns sindicatos de trabalhadores. Além da direção executiva, formada por Gevaerd e por Claudemir Marcolla, consultor, há estagiários que completam a equipe do órgão. O diretor executivo trabalha de forma voluntária.

“Procuramos avaliar a  forma de gestão dos gestores públicos, para ver se estão agindo dentro da moralidade e legalidade pública”, pontua Gevaerd.

Outro assunto abordado por eles foi sobre informações disponibilizadas ao cidadão nos portais das prefeituras na internet, que ainda caminham a passos lentos. Embora haja lei específica sobre isso, alguns órgão criam mecanismos que emperram tal acesso.

É o caso da Prefeitura de Brusque, conforme destacou o diretor executivo do Observatório Social de Brusque, Evandro Gevaerd. Segundo ele, para poder ter acesso a informações específicas sobre processos licitatórios, é necessário que o cidadão faça um cadastro com dados pessoais. “Eles afirmam que é para poder informar depois à pessoa como anda o processo”, destaca Gevaerd.

Neste quesito, segundo o Observatório, Guabiruba é a que mais facilita o acesso entre as prefeituras da região. No portal da Prefeitura não há necessidade de se efetuar registro de dados de quem acessa para chegar ao que se busca. 

 


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