870 mil catarinenses já fizeram teste
COVID-19
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou na quarta-feira (23), os resultados da PNAD Covid-19 referente a novembro de 2020 no país. Conforme os dados, Santa Catarina teve 12% de sua população realizando testes de Covid-19, cerca de 870 mil pessoas que fizeram algum dos testes até novembro, em comparativo são 131 mil a mais do que o acumulado até outubro, quando este número era de 739 mil pessoas. O percentual de mulheres (12,3%) que testaram na população foi maior que o de homens (11,6%). 452 mil mulheres (52%) testaram, ante 418 mil homens (48%).
O grupo de idade com maior percentual de testagem foi o de 30 a 59 anos (15,6%), seguido pelo de 20 a 29 anos (15,3%), ambos com crescimento de 2,4 p.p. e 2,3 p.p. em novembro, respectivamente. No grupo de 60 anos ou mais de idade o percentual que testou subiu de 8,4% para 9,9% em novembro. A população branca (12%) teve um percentual de pessoas que fez o teste até novembro maior do que a população preta. Percentual da população que testou positivo é o 20º entre os estados, mas subiu 0,6 ponto percentual em novembro. 3% da população catarinense testou positivo para o Coronavírus até o mês de novembro.
Das 870 mil pessoas que realizaram testes para o Coronavírus em SC até novembro, 219 mil pessoas (25,2%) testaram positivo. 3,1% da população com comorbidades testaram positivo, 1,55 milhão de catarinenses tinham diagnóstico médico de alguma comorbidade até novembro. Tamném a população com algum dos sintomas volta a crescer em novembro no estado. 2,8% dos catarinenses tinham algum dos sintomas da síndrome gripal em novembro. 206 mil pessoas apresentavam um ou mais sintomas da síndrome gripal em novembro, 17 mil a mais do que em outubro (189 mil). Foi o 8º menor percentual entre os estados, sendo o menor percentual o do Acre (2,3%), e o maior, o do Amapá (6,3%).
Outra informação é que 52,9% dos que apresentaram algum sintoma não procuraram um estabelecimento de saúde. 109 mil pessoas (52,9%) das 206 mil que tiveram algum dos sintomas da síndrome gripal não procuraram um estabelecimento de saúde, enquanto 98 mil pessoas (47,1%) procuraram.