(Vídeo) Indisciplina mobiliza Polícia Militar até escola de Brusque
Águas Claras
Atos de indisciplina e até mesmo de invasão da escola enquanto não estava autorizado a frequentar o espaço levou ao registro de boletim de ocorrências contra um jovem de 17 anos. Nesta segunda-feira, a Polícia Militar foi acionada para retirar o jovem da escola após ele ser encontrado no interior do prédio.
Matriculado na escola estadual Ivo Silveira desde o mês passado, ele estava suspenso após ter desacatado servidores do local. Relatos de outros estudantes indicam que uma solicitação tentando a presença do irmão no local, foi queimada por ele na frente da escola. Ele é indicado como o responsável pelo aluno na cidade.
O caso também inspira receio entre membros da comunidade escolar. Há relatos e registros do jovem pulando o muro da escola para se esconder de uma dupla em um carro. O caso ocorreu na semana passada e, na última sexta-feira, ele voltou até a escola se recusando a se desligar do local. No mesmo dia, um boletim de ocorrência foi registrado sobre o incidente.
De acordo com a diretora da escola, Bibiana de Simas, todas as medidas para garantir a segurança da comunidade escolar estão sendo tomadas, apesar da dificuldade de aproximação com os responsáveis pelo jovem. Logo nos primeiros dias do aluno, após desacatar professores, afirma, foi feita uma tentativa de contato com a família do estudante, para permitir uma volta dele ao educandário. Como não houve a presença, ele estava impedido de frequentar o espaço.
“É política da escola, quando acontece essa situação, os professores vêm relatar para a supervisão, até a direção e conversamos com o rapaz de que ele só entraria com a presença de um responsável", descreve.
Segundo a assessora de Direção, Mônia Maria Luiz, além do contexto acompanhado pela equipe, relatos de pais indicaram a presença do aluno na escola, na última semana. Após buscas, ele foi encontrado escondido em um dos banheiros da estrutura.
De acordo com ela, o pouco tempo de vínculo dificulta um conhecimento maior sobre o ambiente que o estudante se encontra. “É um aluno novo e a gente não conhece o histórico, a família. O contato que temos é, justamente, com esse irmão, tentando resolver a questão de indisciplina”, indica. ”Em momento algum ele ameaçou algum aluno. Procuramos manter um grupo de professores e funcionários indo nas salas para orientar os professores e ,principalmente, para prezar pela segurança de todos os outros alunos”, descreve.